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1) ESPAÇAMENTO INICIAL Em contraposição aos espaçamentos praticados no passado e descritos anteriormente, na atualidade pode-se utilizar uma menor densidade inicial de mudas/ha, na medida em que sejam verificadas as seguintes garantias de homogeneidade do futuro talhão:
Desta forma, recomenda-se a adoção dos seguintes espaçamentos e respectivas densidades populacionais de mudas por hectares: 2,00m
x 3,00m (equivalente a 1.667 mudas/lia) Outra forma de examinar a questão da densidade populacional inicial é a consideração da razão entre o número de mudas no plantio e o número de árvores desejadas para o corte final. Dessa forma, no passado plantava-se 2.500 mudas por hectare para a produção de 250 árvores no corte final. Na atualidade, e na medida em que garantias de homogeneidade do futuro talhão estejam presentes, pode-se plantar apenas 1.250 mudas por hectare.
2) REGIMES DE DESBASTE Muito embora a realização de desbastes signifique uma antecipação de renda, ao longo da rotação, sempre existirá um custo associado à sua execução. Por esse motivo, é desejável reduzir o número de desbastes, aumentando a intensidade do corte de árvores em cada desbaste. Em função do exposto, ao se decidir sobre a realização de desbastes, recomenda-se que sejam considerados os seguintes fatores:
3) REGIMES DE PODA A poda ou desrama é uma operação silvicultural, que se justifica sempre que existir o interesse do proprietário rural na produção de toras, com elevada proporção de madeira limpa e livre de nós, para processamento mecânico, em serrarias ou laminadoras. Objetivando-se evitar a produção de nós mortos, deve-se podar preferencialmente os ramos verdes, em idade precoce, de tal forma que não seja retirada mais que 40% da copa verde. Por esse motivo, sugere-se a observação das seguintes recomendações:
A decisão sobre o corte final ou corte-raso, em um sistema de produção de madeira de pínus para processamento em serrarias e laminadoras, altamente remunerador para o proprietário rural, deve levar em conta as seguintes informações fundamentais:
FONTE: Reflorestamento de Propriedades Rurais para Fins Produtivos e Ambientais, Capítulo 12. Autor Sérgio Ahrens.
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