UVA
(Vitis vinifera)

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1) INTRODUÇÃO

A videira é uma planta pertencente à família Vitaceae, cujas principais cultivares comerciais estão no gênero Vitis. Acompanha o homem desde os primórdios das civilizações, tendo sido os fósseis mais antigos encontrados na atual Groenlândia e regiões da mesma latitude norte.

A videira adaptou-se e difundiu-se pouco a pouco por diversas regiões do globo terrestre. Sua difusão ocorreu em duas direções principais, uma américo-asiática e outra euro-asiática, originando respectiva-mente as variedades de uvas chamadas americanas e a outra chamada de européia ou Vitis vinifera.

  

2) IMPLANTAÇÃO DO VINHEDO

2.1) Escolha do local
O vinhedo deve ser implantado em áreas que apresentem as seguintes características:

  • Que sejam protegidas dos ventos dominantes evitando-se principalmente os ventos frios do sul. A exposição do parreiral deve ser norte ou leste, sempre a mais ensolarada possível para reduzir a incidência de doenças e produzir uva de boa qualidade.
      

  • Que sejam situadas na meia encosta superior ou outros locais com maior proteção contra as geadas. As cultivares de videira de brotação precoce devem ser plantadas em áreas acima daquelas cultivares de brotação tardia.
      

  • Que possuam solos profundos, bem estruturados e drenados e com declividade preferencialmente inferior a 20%. Acima desta declividade de solo deve-se usar sistema de patamares para cultivo da videira.
      

  • Que tenham disponibilidade de água e sejam de fácil acesso.
      

  • Que sejam sujeitas a baixa incidência de granizo.
      

  • Que já tenham sido cultivadas com culturas anuais, evitando-se as áreas desmatadas e destocadas há menos de dois anos.
      

  • Conservar os quebra-ventos naturais existentes.
      

  • Plantar os quebra-ventos com uma distância de 10 a 20m em relação às parreiras, evitando sombreamento do vinhedo e concorrência do sistema radicular no solo.

2.2) Preparo, correção do solo e adubação
As amostras de solo para análise devem ser coletadas nas profundidades de O a 20cm e de 20 a 40cm, seis meses antes do plantio, seguindo todos os procedimentos para que sejam representativas da área a ser plantada. Em cada bloco aparentemente homogêneo coleta-se uma amostra para cada profundidade, as quais devem ser compostas por um mínimo de 20 sub
-amostras bem misturadas.

As quantidades de corretivos e adubos a aplicar deverão ser ajustadas para corrigir os 40cm superficiais do solo. A dosagem de calcário recomendada visa elevar o pH até 6,0. Para tal, combinar corretivos como calcário dolomítico e calcítico.

Para adubação de pré-plantio seguir as recomendações técnicas. Fazer esta adubação no mínimo 30 dias após a aplicação do calcário. A subsolagem e incorporação dos corretivos e adubos de pré--plantio devem estar concluídas no mínimo três meses antes do plantio. Subsolar em solo seco e na profundidade mínima de 60cm, em seguida faz-se uma aplicação de esterco de suínos com 4% de matéria seca ou de cama de aviário, seguida de metade das doses dos adubos pré-plantio. Realiza-se então uma lavração a 40cm de profundidade para incorporar os adubos e espalha-se a segunda parte do calcário e da adubação de pré-plantio e a dose de bórax. Uma segunda lavração a 20cm de profundidade é efetuada para incorporação destes corretivos e adubos. Após cada operação destas, recomenda-se retirar as pedras e as raízes que aflorarem.

Nos casos em que não for possível atingir a profundidade recomendada no preparo do solo, recomenda-se fazer covas de no mínimo 60 x 60 x 50cm de profundidade com correção e adubação de pré-plantio proporcionais ao volume da cova. Estas covas deverão ser abertas, corrigidas e fechadas com um mínimo de três meses de antecedência ao plantio.

2.3) Mudas e cultivares
A qualidade da muda é fundamental na implantação de um vinhedo. As mudas obtidas no comércio, bem como os bacelos e o material de enxertia devem ter boa procedência e garantia de bom estado fitossanitário.

A lista de cultivares indicada está embasada nos dados disponíveis e informações obtidas até o momento.

Americana e Híbridas: Niágara Branca, Niágara Rosada, Vênus, Concord, Bordô, Seibel, Isabel, Villenave, Rainha, Dona Zilá, Tardia de Caxias, Couderc 13, Seibel 1077, Moscato Bailey-A .

Européias: Cabernet Franc, Cabernet Souvignon, Merlot, Cardinal, Itália (Piróvano 65), Itália Rubi.

2.4) Sistema de sustentação e espaçamento
Por ser uma planta trepadeira de caule semilenhoso, o qual não suporta o peso dos ramos, a videira necessita de uma estrutura de sustentação para seu cultivo. Vários sistemas podem ser utilizados, porém serão apenas abordadas a latada e a manjedoura, visto serem os sistemas mais comuns e aqueles em que a videira apresenta as maiores produções.

2.4.1) Sistema latada
É o sistema mais utilizado. Antes de iniciar sua construção, o viticultor deve ter em mente que a estrutura deve ser bastante resistente e durável.

Compõem a posteação da latada as quatro cantoneiras, os postes externos (palanques), os postes internos (pontaletes) e os rabichos. Todos estes componentes podem ser de madeira, pedra ou concreto.

A montagem da latada pode ser feita em etapas.

No caso do uso de mudas enxertadas, inicia-se a instalação no ano do plantio com a fixação das cantoneiras e de alguns palanques e rabichos. Em seguida, esticam-se os cordões primários e alguns cordonetes.

Nas linhas de plantio coloca-se apenas um arame, que servirá para fixação dos tutores. No segundo ano completa-se a rede de cordões secundários e colocam-se todos os rabichos e pontaletes. A rede de arames das fileiras vai sendo completada conforme a necessidade.

O sistema latada permite aplicar os seguintes espaçamentos no plantio:

          • 3x1m           • 3x2m            • 3x1,5m            • 3x2,5m

Os espaçamentos maiores são mais indicados para produção de uva de mesa, enquanto que os menores, para produção de uva para vinho.

2.4.2) Sistema manjedoura
É um sistema de sustentação alternativo, que permite a implantação escalonada de um parreiral, reduzindo assim os custos iniciais de instalação. A exemplo da latada, a estrutura deve ser bastante resistente e durável para suportar o peso dos ramos e da produção.

O sistema manjedoura tem forma de Y, com linhas independentes compostas por postes externos ou laterais, postes internos, braços laterais, travessas, rabichos e aramado.

Os postes externos, com medidas de 250 x 15 x 10cm, são enterra­dos nas extremidades das filas a 70cm de profundidade, inclinados para fora ou na posição vertical. Os postes internos são um pouco menores, com 230 x 10 x 10cm, sendo enterrados a 50cm de profundidade ao longo das filas. A distância entre postes se enquadra no espaçamento entre plantas adotado, variando de 5 a 6m.

Os braços laterais, com 160 x 10 x 5cm, são fixados inclinados nos postes a 1 ,6m de altura, formando as braçadas do Y. Apoiadas na parte superior dos postes colocam-se as travessas com 110 x 10 x 5cm. Em suas extremidades as travessas são fixadas aos braços laterais para conferir resistência à estrutura.

O aramado é composto por sete fios paralelos que seguem o sentido das linhas de plantas. O primeiro fio passa exatamente sobre a linha de plantas, 10cm abaixo da parte superior dos postes. Os demais, três a cada lado, seguem nos braços laterais a distâncias de 40, 50 e 60cm a partir do central. Em ambos os lados da fila, a 2,5 ou 3m dos postes externos, os fios são fixados em rabichos de 130 x 20 x 20cm, enterrados a 1m de profundidade.

O sistema manjedoura permite aplicar os seguintes espaçamentos no plantio:

          • 3,2x1,5m            • 3,6x1,5m           • 3,2x2m            • 3,6x2m

Os espaçamentos maiores são mais indicados para as cultivares vigorosas, ao passo que os menores, para as cultivares de pouco vigor.

2.5) Plantio
O plantio da videira é efetuado nos meses de junho e julho, ou seja, no período de dormência das plantas. Em se utilizando estacas de porta-enxertos, o plantio deve ser feito no máximo até 15 de julho. Em regiões mais quentes o plantio não deve ultrapassar o mês de junho.

Quando a área a ser plantada apresentar declividade superior a 2%, estando sujeita aos danos por erosão, o plantio deve ser feito executando as práticas de conservação do solo adequadas à situação.

A cova para plantio é aberta no local marcado, e o seu tamanho, no caso da área corrigida, dependerá do uso ou não de matéria orgânica, que deverá ser bem misturada com a terra da cova. Quando não for usada matéria orgânica, a cova de plantio deverá ser suficientemente grande para abrigar o sistema radicular da muda. No caso de plantio de estacas pode-se usar também a alavanca.

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3) MANUTENÇÃO

3.1) Nutrição
Nos primeiros anos de condução das mudas no vinhedo recomenda-se a aplicação de nitrogênio (N), elemento essencial para a estruturação das partes definitivas das plantas, obedecendo às quantidades estabelecidas na Tabela 11.

A adubação com N até o segundo ano é feita no mínimo em duas vezes, sendo a primeira no início da brotação e a segunda 45 dias após. Um maior fracionamento das doses com aplicações mais freqüentes (espaçadas em 15 dias) pode resultar num melhor aproveitamento do adubo, especialmente em épocas chuvosas. As aplicações de N devem ser feitas em faixas circulares, distantes no mínimo 10cm do caule das mudas, para evitar possíveis queimaduras e morte de plantas.

É recomendada, também, a realização de adubação fosfatada e potássica nos primeiros anos.

O excesso de potássio pode induzir deficiência de cálcio e magnésio. O magnésio quando em excesso também pode provocar deficiência de potássio nas plantas, mesmo que a análise de solo indique suficiência deste elemento.

3.2) Poda e condução
A poda é uma prática normal identificada pelo seu objetivo ou época em que é realizada, ou seja, poda de formação, poda verde ou de verão, poda de limpeza ou sanitária, poda seca ou de inverno, poda de renovação, poda de frutificação, etc.

A poda e condução bem feitas permitem dar boa formação à planta e equilibrar a produção, tornando-a mais constante e uniforme, através de um maior aproveitamento da luz e das práticas culturais.

Como regra geral, não é aconselhável podar plantas molhadas, para evitar contaminação com fungos e bactérias. É aconselhável, logo após a poda, pulverizar o vinhedo com um fungicida adequado visando a proteção das plantas que sofreram muitos cortes.

3.2.1) Formação da planta
Tanto para latada como para manjedoura, a copa será conduzida com dois ramos principais (braçadas ou pernadas), que darão suporte aos ramos de frutificação.

A primeira poda de formação é feita no período vegetativo das mudas, quando os ramos atingem de 25 a 30cm de comprimento. Escolhe--se o broto do garfo que apresenta maior vigor e eliminam-se os demais. Este broto deve ser amarrado periodicamente ao tutor para evitar quebras causadas pelo vento.

Deve-se, no entanto, tomar o cuidado de não eliminar as duas últimas feminelas, localizadas logo abaixo dos arames. Estas feminelas é que darão origem às ramificações principais da planta, após a poda do ápice do broto principal na altura dos arames da estrutura de sustentação.

No caso de não ser possível conduzir as feminelas que originarão as ramificações principais, o broto principal deve ser conduzido livremente e podado no inverno, de modo a aproveitar as duas gemas imediatamente inferiores ao aramado.

A poda seca de formação, realizada durante o período hibernal (antes do início da brotação da videira), além de permitir dar forma à planta, também possibilita equilibrar o desenvolvimento geral das plantas. Após efetuada a poda, realiza-se a amarração dos ramos com vime, ráfia ou plástico.

3.2.2) Poda de frutificação
A época mais indicada para a poda de frutificação é durante o repouso hibernal, no inchamento das gemas. Em regiões sujeitas a geadas tardias, esta poda deve ser atrasada ao máximo, pois, em conseqüência, a brotação também será atrasada, aumentando as chances de se evitarem danos pelas geadas.

Nem todas as cultivares de videira se adaptam bem a qualquer método de poda. As possibilidades de adaptação estão relacionadas ao número de gemas férteis e à posição que estas ocupam ao longo do sarmento. Assim sendo, para as cultivares indicadas para Santa Catarina, são definidos três métodos de poda, de acordo com as características de cada cultivar: poda curta sem esporões, para aproveitamento da fertilidade das gemas basais; poda curta com esporões de no máximo duas gemas, aplicada para cultivares que possuem gemas basais de alta fertilidade; poda mista com esporões de até duas gemas mais varas de cinco a dez gemas.

3.2.3) Poda verde
Denomina-se de poda verde ou herbácea toda a operação de poda feita durante o período vegetativo da videira. O objetivo da poda verde é eliminar a brotação mal situada ou inútil, com o propósito de obter uma maior ventilação e insolação no vinhedo e facilitar os tratamentos fitossanitários. Dentro da poda verde incluem-se também as práticas de desbrota e desfolha.

A desbrota consiste na eliminação dos brotos que surgem nas axilas das folhas ou num mesmo ponto do lenho velho formando um aglomerado de ramos. A desfolha é executada geralmente no início da maturação (troca de cor das bagas) e tem o objetivo de aumentar a ventilação e insolação na base dos ramos, facilitando assim a aplicação dos produtos químicos e melhorando a qualidade da fruta. Retiram-se todas as folhas desde a base do ramo até o primeiro cacho

3.3) Raleio
Essa operação visa aumentar o tamanho médio das bagas e dos cachos produzidos, melhorando sua qualidade e evitando alternância de safras.

O raleio de cachos é recomendado para as cultivares de videira que possuem alta fertilidade de gemas, ou seja, que produzem três a quatro cachos por ramo. O raleio de cachos deve ser realizado antes da floração, retirando-se o primeiro cacho de cada ramo. Nas cultivares de uva de mesa sem semente, retiram-se todos os cachos dos ramos pouco vigorosos e deixa­-se apenas um cacho nos demais.

O raleio de bagas é empregado nas uvas de mesa, visando eliminar o excesso de grãos e descompactar os cachos. Um cacho solto e descompacto seca mais rápido após a chuva, reduzindo a incidência de doenças. O raleio de bagas deve ser realizado na floração com o uso de pentes apropriados.

A partir do início da maturação deve-se freqüentemente executar a toalete dos cachos, que consiste na retirada das bagas pequenas, rompidas ou em apodrecimento.

3.4) Anelamento e biorreguladores
Estas técnicas referem-se basicamente ao cultivo de uva de mesa e visam alcançar um melhor resultado econômico com uma produção de melhor qualidade e/ou fora da época normal de safra.

3.4.1) Anelamento de ramos produtivos
O anelamento de ramos produtivos consiste na retirada de um anel de 5mm de largura dos tecidos floemáticos (casca), logo antes da inserção do primeiro cacho. Existem equipamentos apropriados para a realização desta prática.

A prática do anelamento de ramos tem como objetivos a antecipação da maturação da uva, o aumento no peso dos cachos e uma maior uniformidade no tamanho das bagas.

Nas cultivares de uva sem semente é que se observam todas as vantagens do anelamento de ramos, inclusive dispensando a aplicação de substâncias de crescimento para favorecer o aumento das bagas.

O anelamento dos ramos é uma prática que exige certa mão-de-obra, assim a sua realização é mais vantajosa nas cultivares precoces, onde se alcançam os melhores preços de mercado com a antecipação da maturação e com a entrega de frutos de melhor qualidade.

3.4.2) Aplicação de biorreguladores
Na planta de videira existem dezenas de tipos diferentes de giberelinas. As giberelinas são hormônios vegetais que atuam na dormência das sementes, na regulação do tamanho celular e em outros fatores que interferem no crescimento da planta. As giberelinas naturais nos frutos de uva são produzidas em sua maior quantidade pelas sementes, assim as cultivares de uva sem sementes necessitam de uma suplementação externa de giberelina para boa produção.

Para as cultivares de uva sem semente atualmente indicadas para Santa Catarina, deve-se realizar somente as aplicações de GA3 após a floração, com doses por aplicação variando de 20 a 5Oppm em três aplicações espaçadas de quinze dias, para aumentar o tamanho das bagas.

3.5) Fitossanidade
As doenças fúngicas normalmente são responsáveis por uma redução significativa da área foliar da videira, por isso o seu controle no vinhedo passa a ser fundamental nos primeiros anos após o plantio, para permitir a formação da estrutura do caule e ramificações principais da planta.

Dois entraves fitossanitários graves e de difícil controle contribuem para o declínio e morte de plantas de videira nas áreas tradicionais de cultivo, que são a fusariose e a pérola-da-terra.

A fusariose é uma doença causada pelo fungo vascular Fusarium oxysporum f.sp. herbemontis, que resulta no entupimento dos vasos do xilema e conseqüente morte das plantas.

Já a pérola-da-terra é uma cochonilha subterrânea que ataca as raízes da videira provocando um definhamento progressivo das plantas. Os produtos químicos sistêmicos não têm proporcionado controle regular, assim para manejo da praga é fundamental imprimir bom vigor às plantas.

  

4) COLHEITA

O destino da produção, seja ela para vinificação ou para consumo in natura, deve ser levado em consideração para se determinar o ponto de colheita. Este é definido acompanhando-se a evolução do teor de açúcar, que pode ser feito com um mostímetro ou com um refratômetro de bolso.

A vindima de uvas para vinho geralmente ocorre nos meses de janeiro a março, quando o acúmulo de açúcar tende a se estabilizar. Deve ser realizada em dias secos, nas primeiras horas da manhã. Colhe-se a uva sem apertos ou batidas manipulando os cachos o menos possível. A colheita é feita manualmente, com o auxílio de tesoura ou canivetes apropriados, sendo que os cachos colhidos devem ser acondicionados à sombra em caixas plásticas de 20 a 25kg para indústria ou de no máximo 12kg para consumo in natura.

Para uvas destinadas à indústria o transporte deve ser realizado no mesmo dia da colheita. Quanto às uvas de mesa, deve-se antes selecionar os cachos, retirar as bagas podres, pequenas, mal formadas, verdes e machucadas.

Após a colheita, os vinhedos não podem ficar descuidados e abandonados. Deve-se eliminar cachos caídos, doentes ou mumificados, bem como ramos doentes, machucados ou quebrados, cortando-os 20cm abaixo da parte atingida.

Deve-se fazer adubação pós-colheita com nitrogênio quando necessário e observar a ocorrência de pragas e/ou doenças, fazendo os tratamentos com produtos fitossanitários adequados, para manter a sanidade das folhas até o outono.

 

Fonte: Normas técnicas para o cultivo d a videira em Santa Catarina - Epagri 1998

 

   
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