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Os principais
fatores:
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consiste em escolher o momento ideal em função das características
do defensivo e também das condições do campo como:
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Nível
de infestação de pragas, doenças ou ervas daninhas;
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Estágio
de infecção de doenças;
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Estágio
de desenvolvimento das ervas daninhas;
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Condições
climáticas.
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Segurança
na aplicação: é fundamental que a segurança do homem,
dos animais e do meio ambiente sejam preservadas. É obrigatório
como norma de aplicação de defensivos o uso de equipamentos de
proteção individual. Evitar a aplicação nas horas mais quentes
do dia, com umidade relativa do ar abaixo de 55%. Ventos fortes,
ventos com velocidade inconstante e com mudanças freqüentes de
direção.
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Dosagem
correta: é fundamental, para qualquer tipo de aplicação,
que a manutenção da dosagem correta do defensivo seja mantida
durante todo o processo de tratamento. Isto é possível quando se
tem um bom equipamento e também com a calibração correta do
pulverizador antes de iniciar a aplicação.
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Boa
cobertura: uma boa cobertura consiste em atingir o alvo com
uma boa uniformidade de distribuição, evitando sobreposições e
faixas sem aplicação.
Manutenção
de pulverizadores:
Os
pulverizadores possuem vários componentes que necessitam de
manutenção:
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Trocar o
óleo a cada 100 horas de trabalho e mantê-lo no nível.
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Trocar o
reparo da bomba quando a mesma apresentar vazamento de água.
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Após o
uso e principalmente no inverno drenar toda a água da bomba,
evitando assim rachaduras no cabeçote e nas camisas.
Após o uso
adicionar água no tanque e fazer com que circule para a retirada de
resíduos.
Limpar o
filtro sempre que abastecer o pulverizador.
Desmontar e
revisar o regulador de pressão a cada 100 horas de trabalho.
Lubrificar
diariamente.

Bicos de
pulverização:
Os bicos mais
utilizados são o tipo cone e o tipo leque:
Utilizados
principalmente para produtos de ação de contato.
Produzem gotas
finas dando maior cobertura na pulverização. São bicos que são muito
suscetíveis à deriva, portanto deve-se evitar o seu uso quando existir
a presença de ventos. São bicos que trabalham com pressão acima de 45
libras/pol2.
Os bicos do
tipo jato plano(leque) possuem um ângulo de pulverização de 110º e
trabalham com pressões baixas, a partir de 15 libras/pol2. Produzem
gotas maiores, minimizando a deriva, mantendo um excelente padrão de
deposição.
Ponta de
pulverização de jato plano com indução de ar. Produzem gotas “grossas”
e “muito grossas”. Trabalham com baixa pressão. Evitam a deriva e
podem ser utilizados com ventos de até 20km/h.
Volume de
calda:
O volume de
calda não tem muita influência no resultado da pulverização, pois a
quantidade de água por unidade de área tem a finalidade única de
diluir, transportar e facilitar a distribuição do princípio ativo
sobre a superfície alvo, seja ele solo, plantas, etc.
Isto significa
que se pode obter uma mesma cobertura com diferentes volumes de
pulverização.
Em geral para
produtos de contato há necessidade de uso de um volume maior de calda.
Na nossa
região o volume de calda varia de 80 a 250 litros por hectare.
Calibração do pulverizador:
Calibração
do pulverizador através do vaso graduado (fornecido pelo fabricante do
pulverizador).
Antes da
regulagem do pulverizador de barras, efetuar uma revisão nos seguintes
componentes:
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Filtro de sucção - limpar.
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Filtros de linha ou de barra - limpar.
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Filtros dos bicos - limpar.
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Mangueiras - se não estão furadas ou dobradas.
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Bomba - se não há vazamento e nível de óleo ou graxa.
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Bicos - se são todos da mesma especificação, se não
estão gastos e se não diferem em mais de 10% de vazão de
um para outro.

Após a
verificação inicia-se a calibração.
Método
prático:
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Abasteça o pulverizador.
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Marque
50 metros no terreno a ser pulverizado.
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Escolha a marcha de trabalho.
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Ligue
a tomada de força.
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Acelere o motor do trator até a rotação correspondente a 540rpm
na tomada de força.
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Inicie
o movimento do trator no mínimo 5 metros antes do ponto marcado
com as barras fechadas.
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Anote
o tempo que o trato gasta para percorrer os 50 metros.
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Repita
a operação para obter a média.
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Com o
trator parado, na aceleração utilizada para percorrer os 50
metros, abra as barras e os bicos e colete a calda de um bico no
vaso calibrador, no tempo igual ao gasto para percorrer os 50
metros, efetuando a leitura na coluna correspondente ao
espaçamento entre bicos. Colete vários bicos para obter a
média.
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Se o
volume obtido for abaixo do desejado, aumente a pressão, se o
volume for acima do desejado diminua a pressão.
Obs:
Observar a pressão recomendada de acordo com o tipo de bico:
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